
Nem a juventude sabe o que pode, nem a velhice pode o que sabe. A frase de Saramago cabe como uma luva num mundo onde o envelhecimento da população é uma realidade. Juventude e velhice se interpenetram e se interdependem, completando-se em um movimento permanente, como uma roda de orações budista. Em NOVOS VELHOS, a jornalista Léa Maria Reis fala sobre a nova terceira idade, com mais qualidade e cerca de vinte, trinta anos de sobrevida. Com atividades e novos interesses.
Analisa, ainda, os problemas que tal fato acarreta para as políticas de bem estar públicas. Na Alemanha, por exemplo, uma em cada duas meninas viverá até os cem anos. O governo terá como prover verbas para uma previdência digna? E ainda poderá continuar a investir na educação de qualidade? Quem pagará a conta? As respostas para essas perguntas são mostradas aqui. Mais: Léa revela os perigos do aumento de idosos sem uma política social forte e consolidada. Léa nos explica o fenômeno do crescente envelhecimento da população ocidental, o contextualiza e disseca. Não envelhecemos como há duas gerações. Mais do que uma mudança, houve uma ruptura do comportamento conservador e valores cultuados foram para o lixo. Os novos velhos são ativos, sejam em que substrato social. Exercem a cidadania e votam. São produtores e consomem. Atuam, representam, circulam, decidem, participam e agem. A idéia é mostrar como os velhos se vêem e como são percebidos através — ou apesar — dos falsos mitos e do marketing enganoso. NOVOS VELHOS revela como os idosos se inserem, ou são marginalizados, nesse mundo vertiginoso de agora. O universo dos screen touch, cartões, Facebook e outras mídias sociais. Um livro essencial, um elogio à maturidade, que defende a passagem do tempo como conquista da experiência.
Léa Maria Reis é jornalista e autora de, entre outros, Porto Seguro - Sul da Bahia, da trilogia Maturidade, Além da idade do lobo e Cada um envelhece como quer (e como pode).
NOVOS VELHOS
Léa Maria Reis
Editora Record
224 páginas
Preço: R$ 34,90







por Dafne Grozovsky
Até o ano passado ninguém tinha ouvido falar da marca Moynart. Mas a Maison ...
por Octavio Caruso
O tipo de humor realizado pelo grupo Monty Python está acima de qualquer avali...
por Maria Clara Amado
Prezada Clara, essa semana fui surpreendida com uma carta do 4º Ofício de ...
por Reinaldo Paes Barreto
Tanto faz, é a mesma uva soberba!
Em 2002, pesquisadores franceses e...
por Anna Ramalho
Quem está habituado a me seguir nesse cantinho das crônicas semanais sabe que Dona Dilma não é propriamente "my cup of tea" - expressão inglesa que adoro e acho finíssima. Especialmente quando usada para falar de nossa presidenta, como ela gosta de ser chamada. Acho-a prepotente, malcriada, e todo dia agradeço a Deus pela bênção de não ter que cruzar com ela no meu dia a dia, como são obrigadas a Ideli e a Gleisi, por exemplo.
Porém, nesses últimos dias, Sua Excelência conseguiu me comover com o discurso durante a instalação da Comissão da Verdade e me ...
chegar, virou melodia (...) língua que inventa a saudade respira tons”, da canção que dá título ao disco...
Um dos maiores eventos de gastronomia do mundo ocorre entre os dias 21 de maio e 03 de junho nos pri...
A Cavist festeja um ano de vida no fim do mês e as comemorações já começam no dia 18, com um j...
por Olga de Mello
Do mercado editorial brasileiro vêm notícias alentadoras ...
por Cristina Gurjão
Quando leio um mapa tenho especial atenção pelas posi... 


