Quando os restaurantes a quilo do Rio ainda se limitavam a servir comida simples e sem maior expressividade, uma simpática casa no Leblon começava a chamar a atenção com um cardápio diferenciado e saboroso. Há 18 anos, na esquina das ruas General Urquiza e Professor Artur Ramos, o Fellini foi um dos primeiros restaurantes a quilo da cidade a introduzir ingredientes sofisticados como ostra, escargot e lagosta em seu bufê. Também foi pioneiro em servir comida japonesa a quilo e o primeiro restaurante do Rio exclusivo para não-fumantes, uma década antes da exigência ser definida por lei.
Essas e muitas outras curiosidades sobre o restaurante estão no livro ‘Fellini - uma receita de sucesso’, que será lançado em comemoração aos 18 anos do Fellini, hoje parte da história do Leblon. Escrito pela jornalista Maria Helena Esteban, o livro relata a trajetória de um empreendimento que, em seu primeiro ano de funcionamento, servia em média 70 refeições por dia e que hoje serve 800 refeições diárias. A publicação traz, ainda, 29 das melhores receitas do Fellini.
Livros
Fellini: uma receita de sucesso
O Brasil pelas lentes de um grande fotógrafo
De origem austríaca, o fotógrafo Felix Richter faz uma ode ao Brasil nas imagens de seu lindo livro. Leia mais sobre ele nas palavras do autor.
“Nos últimos vinte anos, dediquei grande parte de meu tempo a fotografar o Brasil. Assim, seria natural imaginar que este livro é um resumo dessas duas décadas, mas não poderia ser, pois o tempo também passa para as paisagens, principalmente para as urbanas, que se modificam no correr dos anos. Com exceção das fotos da Amazônia e do Pantanal, essas sim representando um longo e exaustivo trabalho de registrar animais raros em momentos de luz singular, as imagens deste livro são, na grande maioria, inéditas, mostrando o Brasil de hoje, mesmo no capítulo Brasil Colonial, quando o assunto é o Brasil de ontem.
Napoleão Bonaparte e a Vingança em Paris
Uma das figuras históricas mais fascinantes de todos os tempos, Napoleão Bonaparte seduz historiadores e pesquisadores há séculos. Livros sobre o gênio militar somente perdem, em números, aos dedicados a Jesus Cristo. O fato chamou atenção de Steve Berry, que na última década vem consistentemente construindo uma reputação como um dos mais bem sucedidos escritores de thrillers da atualidade. Depois do sucesso de A profecia Romanov e A sala de âmbar, entre outros, ele retorna com mais uma trama de tirar o fôlego. Baseado em pesquisas históricas, mas com boa dose de imaginação, VINGANÇA EM PARIS é um mergulho nos mistérios napoleônicos: um homem que tentou conquistar o mundo, espalhou terror por Europa e Rússia, quando finalmente capturado, foi simplesmente exilado em Elba. Ao escapar, novamente foi preso, desta vez na ilha de Santa Helena. Por que simplesmente não o mataram? Mesmo derrotado, Napoleão comandava grande respeito. O que estaria por trás disso? Existia mesmo algum tesouro escondido por Bonaparte? Estaria codificado em seu testamento? Cotton Malone, ex-agente do Departamento de Justiça Americano e negociante de livros raros, está prestes a descobrir. Mas seu trabalho de pesquisa é interrompido quando é surpreendido, em sua livraria em Copenhague, por um homem do serviço secreto americano... seguido por dois assassinos. Apesar de desconfiado, Malone acaba ajudando o jovem. E o leva ao encontro de seu amigo Henrik Thorvaldsen. O astuto magnata tem conhecimento de uma conspiração de multimilionários decididos a manipular a economia global. Apenas descobrindo os planos de um terrorista, frustrando um atentado catastrófico e empreendendo uma busca desesperada pelo tesouro perdido de Napoleão, Malone poderá evitar a anarquia econômica internacional. Da Dinamarca até as ruas de Paris, passando pela Inglaterra, nosso herói participa de um intenso jogo de intriga e duplicidade.
VINGANÇA EM PARIS (The Paris vendetta)
Steve Berry
Tradução de Daniela de Oliveira
Grupo Editorial Record/Editora Record 532 páginas Preço: R$ 49,90
Um estudo sobre os idosos em tempos de Facebook

Nem a juventude sabe o que pode, nem a velhice pode o que sabe. A frase de Saramago cabe como uma luva num mundo onde o envelhecimento da população é uma realidade. Juventude e velhice se interpenetram e se interdependem, completando-se em um movimento permanente, como uma roda de orações budista. Em NOVOS VELHOS, a jornalista Léa Maria Reis fala sobre a nova terceira idade, com mais qualidade e cerca de vinte, trinta anos de sobrevida. Com atividades e novos interesses.
Analisa, ainda, os problemas que tal fato acarreta para as políticas de bem estar públicas. Na Alemanha, por exemplo, uma em cada duas meninas viverá até os cem anos. O governo terá como prover verbas para uma previdência digna? E ainda poderá continuar a investir na educação de qualidade? Quem pagará a conta? As respostas para essas perguntas são mostradas aqui. Mais: Léa revela os perigos do aumento de idosos sem uma política social forte e consolidada. Léa nos explica o fenômeno do crescente envelhecimento da população ocidental, o contextualiza e disseca. Não envelhecemos como há duas gerações. Mais do que uma mudança, houve uma ruptura do comportamento conservador e valores cultuados foram para o lixo. Os novos velhos são ativos, sejam em que substrato social. Exercem a cidadania e votam. São produtores e consomem. Atuam, representam, circulam, decidem, participam e agem. A idéia é mostrar como os velhos se vêem e como são percebidos através — ou apesar — dos falsos mitos e do marketing enganoso. NOVOS VELHOS revela como os idosos se inserem, ou são marginalizados, nesse mundo vertiginoso de agora. O universo dos screen touch, cartões, Facebook e outras mídias sociais. Um livro essencial, um elogio à maturidade, que defende a passagem do tempo como conquista da experiência.
Léa Maria Reis é jornalista e autora de, entre outros, Porto Seguro - Sul da Bahia, da trilogia Maturidade, Além da idade do lobo e Cada um envelhece como quer (e como pode).
NOVOS VELHOS
Léa Maria Reis
Editora Record
224 páginas
Preço: R$ 34,90
O novo romance de Edney Silvestre
Vencedor do Prêmio Jabuti de Melhor Romance em 2010 e do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria autor estreante com Se eu fechar os olhos agora, Edney Silvestre tornou-se um dos raríssimos casos de escritor que alcança sucesso no Brasil e no exterior, ao mesmo tempo, com o primeiro romance. Consagrado pelas críticas e pelos prêmios, Se eu fechar os olhos agora, lançado em outubro de 2009, está vendido para França, Alemanha, Holanda, Itália, Portugal e Sérvia, já tendo sido publicado nos dois últimos com ótima crítica. Dois anos depois da estréia em ficção, o autor retorna ao gênero com o olhar experiente e a sensibilidade de um escritor maduro. Em A felicidade é fácil, ele narra um dia de agosto - em plena era Collor - na vida do rico empresário Olavo Bettencourt e sua mulher Mara, que têm suas vidas e a de todos à sua volta modificadas ao receberem a notícia de que seu filho, Olavinho, fora sequestrado. Com uma narrativa forte e densa, Silvestre reúne personagens complexos cujos destinos e transformações pessoais são diretamente impactados pela história recente do Brasil.
Autógrafos:
Rio de Janeiro: Edney Silvestre autografa A felicidade é fácil no dia 3 de novembro, quinta-feira, às 19h, na Travessa do Leblon.
São Paulo: dia 5 de novembro, sábado, às 11h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.
Brasília: 8 de novembro, às 19h, na Livraria Saraiva
Este livro Dona Dilma vai ler
Livro-reportagem reconstitui o assalto ao cofre do ex-governador de São Paulo na época da ditadura militar. Depoimento inédito do ex-marido de Dilma Rousseff fala sobre a participação dela na operação.
Em O cofre do Dr. Rui, Tom Cardoso resgata uma das passagens mais peculiares da luta armada contra a ditadura militar no Brasil. O livro-reportagem relata a história do roubo de quase 2,6 milhões de dólares do cofre do ex-governador de São Paulo, Adhemar de Barros, realizado pela organização clandestina Var-Palmares, em 1969. Como em um thriller, Tom Cardoso reconstitui o episódio, traz elementos inéditos e revela a participação da jovem militante Dilma Rousseff na operação. Entre os 40 depoimentos colhidos pelo jornalista está o do ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, que fala pela primeira vez sobre o assunto.
O cofre do Dr. Rui
Autor: Tom Cardoso
Editora Civilização Brasileira
176 páginas
Preço: R$ 29,90
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Dia desses uma amiga do Facebook fez um comentário que realmente curti – como é de lei naquele espaço criado por Mark Zuckerberg e que todos ( ou quase todos) freqüentamos alegremente. Dizia ela que é pura ranzinzice dos mais velhos implicar com os blocos que invadem o Rio de Janeiro nesses dias de folia, que afinal nós, os coroas, já tivemos nossos carnavais e não devemos reclamar. Concordo com ela, apesar de discordar do excesso de animação que anima foliões a encherem a cara de álcool e de drogas pra saírem por aí com cara de zumbi maquiado pra fazer xixi e otras cositas más nas praças, nos canteiros, nas areias, em tudo quanto é canto.
Este ano, pelo que li, o vandalismo melhorou. Com certeza por efeito da campanha da Globo, que botou seu poderoso e monopólico bloco na rua com aquela marchinha ...
Novidades refrescantes fazem parte do menu de verão do Quadrucci. O chef Ronaldo Canha preparou para a estaç...
A Bottega del Vino abre as portas na Dias Ferreira, no Leblon, com a descontração e qualidade de serviço da...
À beira mar, em uma das únicas casas da avenida mais cobiçada do Rio de Janeiro, o novo restaurante Vieira ... 


