Moyseis Marques
Por Luís Pimentel
Melhor cantor de sua geração, o mineiro por descuido e carioca por adoção Moyseis Marques mostrou na Lapa dos grandes sambistas que o samba tem várias traduções: “pode ser sincopado ou um samba canção”, pode entrar na roda para tocar um ijexá, deve ter inspirações que passeiem sem ressentimentos por outros gêneros musicais, desde que não deixe, em momento algum, de provar “o lado bom da incerteza”. Em seu terceiro CD (os anteriores são "Moyseis Marques" e "Fases do Coração"), “Pra desengomar” (Biscoito Fino) o artista mostra porque recebe tanto carinho e admiração dos que acompanham sua carreira, merece a atenção de uma boa gravadora e justifica capas de cadernos culturais dos grandes jornais. Faz um disco para encantar e ficar (arrisco dizer que já é forte candidato a melhor CD do ano). Moyseis mostra agora também, nessa obra inteiramente autoral, que é um compositor de recursos próprios e versatilidade de encher os olhos, autor de letras nas asas das quais voa para o time dos craques do ramo, que comovem e agradam a quem as escutam, que “tocam no coração”. As participações especialíssimas de amigos e parceiros, como Moacyr Luz, Áurea Martins, Ana Costa e Leila Pinheiro, dos músicos e arranjadores que colaboram com ele, cobrem o disco de profissionalismo e merecido apreço. É um prazer enorme ver, ouvir e acompanhar o trabalho vigoroso e melhor a cada dia de Moyseis Marques, um artista jovem e admirável.


Quando os restaurantes a quilo do Rio ainda se limitavam a servir comida simples e sem maior expressividade, uma simpática casa no Leblon começava a chamar a atenção com um cardápio diferenciado e saboroso. Há 18 anos, na esquina das ruas General Urquiza e Professor Artur Ramos, o Fellini foi um dos primeiros restaurantes a quilo da cidade a introduzir ingredientes sofisticados como ostra, escargot e lagosta em seu bufê. Também foi pioneiro em servir comida japonesa a quilo e o primeiro restaurante do Rio exclusivo para não-fumantes, uma década antes da exigência ser definida por lei.
De origem austríaca, o fotógrafo Felix Richter faz uma ode ao Brasil nas imagens de seu lindo livro. Leia mais sobre ele nas palavras do autor.
Roberto Menescal, Grupo BeBossa e Wanda Sá
Uma das figuras históricas mais fascinantes de todos os tempos, Napoleão Bonaparte seduz historiadores e pesquisadores há séculos. Livros sobre o gênio militar somente perdem, em números, aos dedicados a Jesus Cristo. O fato chamou atenção de Steve Berry, que na última década vem consistentemente construindo uma reputação como um dos mais bem sucedidos escritores de thrillers da atualidade. Depois do sucesso de A profecia Romanov e A sala de âmbar, entre outros, ele retorna com mais uma trama de tirar o fôlego. Baseado em pesquisas históricas, mas com boa dose de imaginação, VINGANÇA EM PARIS é um mergulho nos mistérios napoleônicos: um homem que tentou conquistar o mundo, espalhou terror por Europa e Rússia, quando finalmente capturado, foi simplesmente exilado em Elba. Ao escapar, novamente foi preso, desta vez na ilha de Santa Helena. Por que simplesmente não o mataram? Mesmo derrotado, Napoleão comandava grande respeito. O que estaria por trás disso? Existia mesmo algum tesouro escondido por Bonaparte? Estaria codificado em seu testamento? Cotton Malone, ex-agente do Departamento de Justiça Americano e negociante de livros raros, está prestes a descobrir. Mas seu trabalho de pesquisa é interrompido quando é surpreendido, em sua livraria em Copenhague, por um homem do serviço secreto americano... seguido por dois assassinos. Apesar de desconfiado, Malone acaba ajudando o jovem. E o leva ao encontro de seu amigo Henrik Thorvaldsen. O astuto magnata tem conhecimento de uma conspiração de multimilionários decididos a manipular a economia global. Apenas descobrindo os planos de um terrorista, frustrando um atentado catastrófico e empreendendo uma busca desesperada pelo tesouro perdido de Napoleão, Malone poderá evitar a anarquia econômica internacional. Da Dinamarca até as ruas de Paris, passando pela Inglaterra, nosso herói participa de um intenso jogo de intriga e duplicidade.
Mig Martins
Por Luís Pimentel





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Dia desses uma amiga do Facebook fez um comentário que realmente curti – como é de lei naquele espaço criado por Mark Zuckerberg e que todos ( ou quase todos) freqüentamos alegremente. Dizia ela que é pura ranzinzice dos mais velhos implicar com os blocos que invadem o Rio de Janeiro nesses dias de folia, que afinal nós, os coroas, já tivemos nossos carnavais e não devemos reclamar. Concordo com ela, apesar de discordar do excesso de animação que anima foliões a encherem a cara de álcool e de drogas pra saírem por aí com cara de zumbi maquiado pra fazer xixi e otras cositas más nas praças, nos canteiros, nas areias, em tudo quanto é canto.
Este ano, pelo que li, o vandalismo melhorou. Com certeza por efeito da campanha da Globo, que botou seu poderoso e monopólico bloco na rua com aquela marchinha ...
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