Olga de Mello

Olga de Mello é jornalista há 30 anos, carioca  por nascimento, convicção e insistência. Obsessiva-compulsiva por literatura, cinema, música e pelo Rio de Janeiro. A militância pela cidade a levou a criar o blog Arenas Cariocas (www.arenascariocas.blogspot.com), sua primeira experiência pública de escrevinhar fora do jornalismo.Tomou gosto, abriu o Estantes Cariocas (www.estantescariocas.wordpress.com) para tratar de livros, sua companhia predileta quando distante dos quatro filhos e dos amigos. Assessora de imprensa, deixou fisicamente as redações há seis anos, porém continua escrevendo para sites, jornais e revistas, principalmente sobre cultura, que considera gênero de primeira necessidade. Mora no Rio, cercada por filhos, gatos, pássaros, plantas e livros.

Letras carnavalescas

E-mail Imprimir

por Olga de Mello


Há quem se guarde para quando o Carnaval chegar, como cantava Chico Buarque, mas em sentido bem diverso da letra do samba. São os que preferem sossego, mantendo uma distância razoável da folia. Poderiam ser o público-alvo das sugestões desta semana, mas elas também compreendem os que vão se recostar numa rede, entre um bloco e outro, aproveitando para revigorar corpo e mente com uma leitura relaxante. Sob o reinado de Momo, vale mesmo é usufruir do maior feriadão do ano, voltando ao batente apenas na última segunda-feira de fevereiro, quando, enfim, se inicia 2012.

Leia mais...

Altas ajudas

E-mail Imprimir

por Olga de Mello


Atire a primeira pedra quem jamais leu um livro de autoajuda. No mínimo  passou os olhos por um manual de boas maneiras, jardinagem, cuidados com cães e gatos ou os best-sellers a Vida do Bebê (Agir, R$ 120), do pediatra Rinaldo De Lamare, que sobreviveu ao seu autor, falecido em 2002, e já teve mais de 40 edições desde os anos 1960. Os bebês não mudaram tanto ao longo de meio século, porém suas mães, sim. Talvez esteja aí a chave do sucesso dos livros de autoajuda, que suprem a ausência do aprendizado cotidiano, da experiência transmitida pelos amigos, parentes e conhecidos.

O primeiro livro de autoajuda que li foi Como sobreviver a um amor perdido (Artenova, R$ 9,90 – na Estante Virtual), de Melba Colgrove, que surgiu lá em casa porque meu pai fazia revisão para a editora. Achei divertidíssimo, na época, pois propunha exercícios diários para exorcizar a paixão. No fim da década de 70 apareceram, então, enxurradas de publicações com a fórmula secreta que transformaria o leitor em alguém bem-sucedido em qualquer campo desta e de outras vidas.

Leia mais...

Para ler na rede

E-mail Imprimir

por Olga de Mello


Fevereiro é aquele mês que parece começar de costas para o início do ano – que se inicia, informalmente, no Brasil, na primeira segunda-feira após o Carnaval. Até então, adiaremos decisões, dietas, reformas de casa ou de política. Como brasileiros, devemos honrar o espírito nacional de aproveitar os prazeres da vida preguiçosamente nos dias de verão ameno que o fenômeno climático La Niña teve a delicadeza de proporcionar aos cariocas. Aqui vai, então, uma pequena seleção de guloseimas em forma de leitura para quem pretende se fingir ainda de férias nesta época de readaptação ao batente diário.

Leia mais...

Jane Austen vive!

E-mail Imprimir

por Olga de Mello


Quase 200 anos após a morte de Jane Austen, a escritora permanece como uma das autoras mais populares da atualidade. O que explica o sucesso de sua pequena obra – seis romances que falam de jovens casadoiras na Inglaterra pré-vitoriana? O estilo é requintado para os leitores de hoje, que estranhariam o vocabulário rebuscado e a ironia da arguta observadora social, que, para alguns críticos, entronizou, através da literatura, os valores imperialistas britânicos - já que muitos dos aristocratas rurais criados por Austen viviam dos dividendos obtidos com a opressão e a escravidão na América, Ásia ou África.

Leia mais...

Página 1 de 2

Amigos da Anna

Bate, coração Bate, coração por Carlos Scherr > Médicos da Universidade de Chicago comprovaram que aqu... Mais detalhes
O Futuro da Sétima Arte O Futuro da Sétima Arte por Octavio Caruso A cada ano, mais avanços tecnológicos nos distanciam dos ... Mais detalhes

Blogs

Tá sujinho do carnaval? Tá sujinho do carnaval? por Cristina Gurjão Brincou? Bebeu? Misturou-se às multidões? Foi bom? Leg... Mais detalhes
Letras carnavalescas Letras carnavalescas por Olga de Mello Há quem se guarde para quando o Carnaval chegar, como cant... Mais detalhes

Crônica da Semana

Confete e serpentina: a hora é essa Confete e serpentina: a hora é essa por Anna Ramalho Dia desses uma amiga do Facebook fez um comentário que realmente curti – como é de lei naquele espaço criado por Mark Zuckerberg e que todos ( ou quase todos) freqüentamos alegremente. Dizia ela que é pura ranzinzice dos mais velhos implicar com os blocos que invadem o Rio de Janeiro nesses dias de folia, que afinal nós, os coroas, já tivemos nossos carnavais e não devemos reclamar. Concordo com ela, apesar de discordar do excesso de animação que anima foliões a encherem a cara de álcool e de drogas pra saírem por aí com cara de zumbi maquiado pra fazer xixi e otras cositas más nas praças, nos canteiros, nas areias, em tudo quanto é canto. Este ano, pelo que li, o vandalismo melhorou. Com certeza por efeito da campanha da Globo, que botou seu poderoso e monopólico bloco na rua com aquela marchinha ... Mais detalhes

Comes & Bebes

Comes & Bebes | Menu de verão do Quadrucci Comes & Bebes | Menu de verão do Quadrucci Novidades refrescantes fazem parte do menu de verão do Quadrucci. O chef Ronaldo Canha preparou para a estaç... Mais detalhes
Bottega del Vino Bottega del Vino A Bottega del Vino abre as portas na Dias Ferreira, no Leblon, com a descontração e qualidade de serviço da... Mais detalhes
Comes & Bebes | Restaurante Vieira Souto Comes & Bebes | Restaurante Vieira Souto À beira mar, em uma das únicas casas da avenida mais cobiçada do Rio de Janeiro, o novo restaurante Vieira ... Mais detalhes

Twitter

annamramalho: Dilma em ritmo de folia A presidente Dilma Rousseff anda toda serelepe. Dia desses, às vésperas do car http://t.co/bsZLcdEb
annamramalho: Cinema na mira Rafael Cardoso já está cheio de compromissos para quando terminarem as gravaç http://t.co/LjCKjHDb

Sobre a Anna Ramalho

Anna Ramalho, carioca, tricolor e mangueirense, é colunista e cronista. Na definição do ex-chefe Ricardo Boechat, “o dinossauro do colunismo social”, já que, nos últimos 33 anos, trabalhou com todos os grandes: Zózimo Barrozo do Amaral, Fred Suter, Carlos Leonam, Fernando Zerlottini e o próprio Boechat, alternando-se entre “O Globo”, “ O Dia” e o “Jornal do Brasil”. Noves fora Ibrahim Sued, com quem trabalhou no livro “Ibrahim Sued: 30 anos de reportagem”.

Acompanhe-nos

Twitter Facebook Orkut RSS-feed

>> Blogs Olga de Mello